Hoje mais cedo me perguntaram o que era gostar de alguém. Respirei fundo e disse:
— Talvez gostar, seja ter mil e um motivos para desistir e ainda assim, acreditar que tudo dará certo.
— Dilemas de um amor, Lidiane Guimarães. (via refletizadora)
A grande verdade é que nós não precisamos de ninguém. Nunca precisamos na verdade, mas queremos tanto que acabamos nos confundindo, e esquecendo que no final sempre seguimos em frente. Eu costumava me achar insuficiente para todos, até perceber que era insuficiente para eu mesmo. Sempre fui muito exigente com tudo, inclusive comigo, e quando alguém partia ou algo dava errado era como se a culpa fosse minha, me sentia destruído. Mas aí vai mais uma verdade, em uma relação, nem tudo depende somente de você. Já diziam nossos pais: “Quando um não quer…” Então, pare de se culpar tanto. A culpa não é sua. Vou repetir: A culpa não é sua. Com o tempo eu fui percebendo que era mais que suficiente. Sempre dei o melhor de mim para todos, sempre fui verdadeiro, sempre fui eu. E, sinceramente, quem não sabe aproveitar a beleza de um sentimento, não os merece. Não sou faísca nem fagulha, eu sou intenso. Transbordo e queimo o quanto tiver que queimar, as vezes até mais. Então, se alguém não consegue aguentar uma simples ardência, que vá embora. Não preciso de pessoas rasas, preciso de gente que dê a cara-a-tapa, que demonstre, que sinta. Preciso de alguém que me olhe nos olhos e inflame.Preciso de pessoas reais, nada pela metade. Ou é tudo, ou nada.
Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma. Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.